[Disforia e Outras Engrenagens Poéticas] A Decadência Do Homem

Escrito Por Matheus Monteiro
E a decadência do Homem ruge no horizonte
Quasares proclamam réquiens para nós
A atmosfera se transformará em veneno
Quando quisermos a morte de vós
E a decadência do homem ruge no horizonte
Eu tive um sonho onde Andrômeda e Via Láctea chocavam-se
E nós éramos as estrelas anãs observando
A atração do poder e a consequente destruição
E a decadência do homem ruge no horizonte
Nós somos as raízes da arvore da morte
Somos haustíferas que drenam a arvore da vida
Quando a constelação se alinhar apertaremos o botão
Eu desenhei uma epopeia nas estrelas
E os signos revelaram metáforas da nossa vida
E uma hora nos iremos ser engolidos por nossos buracos negros
Um estado ilusório de um destino que predestinamos sem conhecer
E a decadência do homem surge no horizonte
A atmosfera queima e canta réquiem para nós
Observemos a aurora mortal sobre nossa cabeça
No fim tudo vira apenas pó
E quando reinar o silencio e as estrelas vagarem só
Quando uma nova semente brotar no impossível
Ela olhara para o céu e saberá o que são estrelas?
Talvez conte novos signos, um novo zodíaco
Quasares proclamam réquiens para nós
A atmosfera se transformará em veneno
Quando quisermos a morte de vós
E a decadência do homem ruge no horizonte
Eu tive um sonho onde Andrômeda e Via Láctea chocavam-se
E nós éramos as estrelas anãs observando
A atração do poder e a consequente destruição
E a decadência do homem ruge no horizonte
Nós somos as raízes da arvore da morte
Somos haustíferas que drenam a arvore da vida
Quando a constelação se alinhar apertaremos o botão
Eu desenhei uma epopeia nas estrelas
E os signos revelaram metáforas da nossa vida
E uma hora nos iremos ser engolidos por nossos buracos negros
Um estado ilusório de um destino que predestinamos sem conhecer
E a decadência do homem surge no horizonte
A atmosfera queima e canta réquiem para nós
Observemos a aurora mortal sobre nossa cabeça
No fim tudo vira apenas pó
E quando reinar o silencio e as estrelas vagarem só
Quando uma nova semente brotar no impossível
Ela olhara para o céu e saberá o que são estrelas?
Talvez conte novos signos, um novo zodíaco

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